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SulAmérica é a primeira companhia do segmento de saúde a adotar a tecnologia de certificação digital na troca de documentos eletrônicos entre os prestadores de serviços

Com o objetivo de estabelecer as regras e padronizar o registro e intercâmbio de dados entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços da área, a ANS (Agência Nacional de Saúde) anunciou em 2007 a criação do TISS (Troca de Informação em Saúde Suplementar). O programa, que passa a vigorar este ano, estabelece que as prestadoras e operadoras de serviços de saúde adotem um formato eletrônico e único para as guias médicas.

Antes dessa iniciativa, cada convênio utilizava o próprio modelo de guia e a segurança das informações tinha validade jurídica somente por meio da via impressa. A criação do TISS e a digitalização dos documentos exigem a utilização da certificação digital, tecnologia que garante a segurança da transação entre prestador e operadora de saúde no ambiente on line.

De maneira pioneira, no final do ano passado, a Certisign fechou parceria com a SulAmérica e a Orizon para apresentar um kit completo desse serviço. Cada empresa forneceu sua expertise para criar um sistema unificado e facilitar as transações para cerca de 27 mil prestadores.

O sistema será utilizado para o envio de faturas dos prestadores (médicos, dentistas, hospitais, empresas de diagnóstico, entre outros) à seguradora e deverá tornar ainda mais rápido o pagamento dos serviços prestados. Este tipo de operação agiliza todo o processo, pois evita extravios, contribui para a redução de erros no preenchimento de guias e formulários, sem contar no impacto positivo no meio ambiente que a eliminação do papel proporcionará.

Segundo a SulAmércia, o custo com o arquivamento de papéis era de cerca de 1 milhão de reais por ano. Acumulava-se, anualmente, perto de 216 toneladas de folhas.

Anunciada há apenas um mês a solução desenvolvida pelas empresas, já é possível identificar uma evolução do modelo proposto pela SulAmérica, Certisign e Orizon. Atualmente, os laboratórios Dasa, Fleury e a Alergoclínicas já estão com projetos pilotos em prática no mercado. A estimativa é que até o final deste ano 60% dos sinistros sejam pagos com certificação digital

Outra facilidade do certificado digital é que as seguradoras não precisarão se preocupar com falhas no sistema ou documentos adulterados no momento de apresenta-los a uma possível fiscalização ou perícia. Como a tecnologia utilizada exige normatização e tem valor legal, o software também identifica qualquer alteração – de valores, datas ou palavras -, no documento eletrônico.

Para agilizar a adesão das outras operadoras e prestadoras, a ANS já deu início às fiscalizações das clínicas médicas. Quem ainda não implantou o novo sistema, corre o risco de ser multado pela ANS em sanções de até R$ 35.000,00.

Segundo a ANS, as clínicas devem enviar as guias eletrônicas preenchidas de maneira correta e exportá-las eletronicamente às operadoras. Caso estas ainda não estejam preparadas para receber os arquivos nesse formato, deverão tomar as providências necessárias, sem que os pacientes sejam prejudicados.

Para obter mais detalhes e informações acesse o site e conheça o produto.

 
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SulAmérica já utiliza certificação digital